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O Assunto #568: Combustíveis nas alturas - os efeitos

Desde o início do ano, a gasolina subiu mais de 73%, e o diesel, 65%. A arrancada dos preços bate mais duro em categorias como motoristas de aplicativo e caminhoneiros, mas já modifica hábitos até de quem simplesmente tinha no carro particular seu principal meio de locomoção. E a perspectiva é de que o patamar continue elevado. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Desde o início do ano, a gasolina subiu mais de 73%, e o diesel, 65%. A arrancada dos preços bate mais duro em categorias como motoristas de aplicativo e caminhoneiros, mas já modifica hábitos até de quem simplesmente tinha no carro particular seu principal meio de locomoção. E a perspectiva é de que o patamar “continue elevado” por um bom tempo, afirma a economista Julia Braga, da Universidade Federal Fluminense. Os motivos, que ela explica na conversa com Renata Lo Prete, devem ser buscados primeiro no mercado internacional, onde o valor do barril de petróleo vem batendo seguidos recordes. E dizem respeito tanto à demanda (turbinada pelos países em recuperação mais acelerada da pandemia) quanto à oferta (limitada pelos produtores reunidos na OPEP). Soma-se a isso um fator interno de grande peso: o câmbio. O real vem se desvalorizando mais do que a maioria das moedas, e a Petrobras, desde 2016, pratica preços que acompanham as flutuações externas - embora ainda com alguma defasagem. Julia analisa, do ponto de vista técnico, o embate entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores em torno das alíquotas do ICMS, imposto estadual que incide sobre os combustíveis. Ela não descarta ajustes (“algum nível de política tributária ajuda”), mas crava: “O ICMS não é o responsável pelo aumento que estamos assistindo… [...]

Auxílio Emergencial: Caixa paga última parcela a mais um grupo de trabalhadores; veja quem recebe

Recebem os nascidos em agosto fora do Bolsa, e os beneficiários do programa com NIS encerrado em 9. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quinta-feira (28) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para mais um grupo de beneficiários. Desta vez, recebem os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em agosto. Também recebem os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 9. Auxílio Emergencial acaba este mês e não será prorrogado, diz ministro Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL AUXÍLIO BRASIL: Quem vai receber? Qual o valor? Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 7ª parcela nesta quinta serão liberados em 12 de novembro. Já quem é do Bolsa recebe os recursos da mesma forma que o benefício original. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ RECEBEM A SÉTIMA PARCELA NESTA QUINTA-FEIRA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 9 trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em agosto Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 [...]

CVM abre processo sobre Petrobras após declarações envolvendo privatização da empresa

Registro no site da autarquia não menciona objetivo da investigação. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu nesta quarta-feira (27) processo administrativo sobre a Petrobras, sem informar o motivo, após o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, terem feito declarações envolvendo a privatização da empresa. O registro no site da CVM não menciona o objetivo da investigação. Segundo um fonte com conhecimento do assunto, o processo foi aberto após a Petrobras ter publicado fato relevante na segunda-feira informando que questionou o governo sobre a eventual existência de estudos para privatização da companhia. Petrobras questiona governo sobre existência de estudos para privatização Bolsonaro afirmou que a privatização da Petrobras "entrou no radar" do governo. Depois, Guedes disse que bastou frase de Bolsonaro sobre privatização da Petrobras para as ações da estatal subirem. [...]

Pacheco decide ir à COP26; parlamentares querem fazer contraponto à política do governo

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (esq.), ao lado do ex-ministro Gilberto Kassab, presidente do PSD, durante ato de filiação do senador ao partido Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, participará da Conferência do Clima, a COP26, que se inicia no próximo domingo (31), em Glasgow, na Escócia. Como presidente do Congresso Nacional, Pacheco será a principal autoridade brasileira no encontro, que terá presidentes de diversos países. A comitiva do governo federal terá à frente o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. A agenda do presidente do Senado na Escócia ainda está sendo finalizada, mas pode incluir encontros com autoridades europeias e dos Estados Unidos. “É importante o parlamento mostrar que quer participar das discussões sobre mudanças climáticas e que o Brasil não vai fugir do seu papel nesse debate”, afirmou ao blog. O senador Jacques Wagner (PT-BA), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, também confirmou presença. “O parlamento precisa mostrar que nem todos pensam igual no Brasil e fazer um contraponto à política ambiental do governo, que tem afetado a imagem brasileira no exterior”, afirmou Wagner. Nesta quarta-feira, Pacheco oficializou a filiação ao PSD, partido que pretende lançá-lo à Presidência da República (vídeo abaixo). Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, oficializa filiação ao PSD O anúncio pelo partido de uma possível candidatura em 2022 fez com que o presidente do Senado se tornasse alvo de ataques de bolsonaristas. Nos últimos dias, ele recebeu críticas também do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente da Câmara, Arthur Lira, aliado de Bolsonaro. Ambos criticaram o que consideram pouco empenho para a aprovação de projetos e reformas no Senado. [...]

Telefônica Brasil lucra mais no 3º trimestre, com custos controlados e alta da base móvel

Empresa viu sua base de acessos móveis subir 7,2% em 12 meses, mas perdeu 0,6 ponto percentual do market share. Sede da Telefonica em Madrid REUTERS/Juan Medina A Telefônica Brasil teve lucro acima das expectativas do mercado no terceiro trimestre, uma vez que seguiu ampliando sua base de telefonia móvel e manteve os custos sob controle. A companhia de telecomunicações anunciou nesta quarta-feira (27) que teve lucro líquido de R$ 1,315 bilhão no período, alta de 8,5% ante mesma etapa de 2020 e acima da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 1,16 bilhão. O resultado operacional medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente somou R$ 4,41 bilhões de julho a setembro, alta de 2,1% ano a ano e quase em linha com a previsão dos analistas, de R$ 4,44 bilhões. A margem Ebitda recorrente ficou estável em 40%. Numa mão, a Telefônica Brasil viu sua base de acessos móveis subir 7,2% em 12 meses, para 82,25 milhões. Ainda assim, perdeu 0,6 ponto percentual do market share, a 33%. Além do crescimento da base, a empresa reajustou os planos controle e parte dos pós-pagos. Com isso, a receita líquida avançou 2,2%, para R$ 11 bilhões, mesmo com a base de acessos fixos caindo 10,8%, a 15,17 milhões. Na outra ponta, os custos recorrentes subiram apenas 2,3%, a R$ 6,62 bilhões, com a empresa afirmando que a maior digitalização neutralizou os efeitos da inflação no período. A companhia anunciou pouco antes um acordo não vinculante para formar uma joint-venture em partes iguais com o grupo educacional Ânima, com foco na criação de uma plataforma de cursos digitais. [...]

França anuncia represálias pós-Brexit por pesca; Reino Unido considera medidas 'desproporcionais'

Governo francês pretende proibir o desembarque de produtos marinhos britânicos na França. Países disputam licenças e autorizações para pescadores. Pesqueiros franceses participam de protesto na ilha de Jersey, que pertence ao Reino Unido, em meio ao imbróglio sobre as regras para a pesca pós-Brexit; foto de maio de 2021 Sofia Bouderbala/AFP A França anunciou nesta quarta-feira (27) que entrará em vigor na próxima terça uma lista de sanções contra o Reino Unido caso as licenças para pescadores franceses continuem insuficientes, o que Londres considerou "desproporcional" (leia mais no fim da reportagem). LEIA TAMBÉM Falta de mão de obra provoca temor de desabastecimento no Reino Unido Britânicos correm o risco de ficar sem peru de Natal, alertam fazendeiros Depois do Conselho de Ministros de quarta-feira, o governo francês decidiu que, se não houver avanços até o início de novembro, várias medidas serão aplicadas. O governo francês pretende proibir o desembarque de produtos marinhos britânicos na França e instalar "controles aduaneiros e sanitários sistemáticos sobre os produtos britânicos desembarcados". Relembre no VÍDEO abaixo as regras do Brexit, que passaram a valer no início de 2021 Pós-Brexit no Reino Unido: as regras que passam a valer a partir de 1 de janeiro O porta-voz do governo francês, Gabriel Attal, referiu-se a uma resposta gradual, com uma possível "segunda série de medidas", com medidas "sobre o fornecimento de eletricidade para as ilhas anglo-normandas". Posteriormente, o governo britânico chamou as retaliações francesas de "decepcionantes" e "desproporcionais". Briga comercial após o Brexit Relógio com contagem regressiva para o Brexit, projetado na fachada da residência oficial do primeiro-ministro britânico, em 10 Downing Street, Londres, chega ao 00:00, na sexta-feira (31) Reuters/Toby Melville O anúncio surge no contexto do conflito entre os dois países sobre o número de licenças concedidas aos pescadores franceses após o Brexit nas ilhas anglo-normandas. A questão da pesca é uma das que mais geram atritos pós-Brexit entre a França e o Reino Unido,… [...]

Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais

País vinha na segunda posição, mas 'recuperou' o topo com a alta da Selic para 7,75% nesta quarta-feira (27). Ranking leva em consideração os juros praticados em 40 países. O Brasil voltou a liderar um ranking nada lisonjeiro: é agora o país com a maior taxa mundial de juros reais, segundo ranking compilado pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management. O país vinha na segunda posição da lista, mas passou a Rússia e assumiu a liderança após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de elevar a taxa básica de juros do país a 7,75% nesta quarta-feira (27). Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? Com a nova Selic, os juros reais, ou seja, descontada a inflação (leia mais abaixo), atingiram 5,96% ao ano. A taxa de juros real é calculada com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses, sendo considerada uma medida melhor para comparação com outros países. VEJA O RANKING ABAIXO: Ranking dos juros reais g1 Juros nominais Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira subiu para a terceira posição e passou a Rússia. Veja abaixo: Argentina 38,00% Turquia 16,00% Brasil 7,75% Rússia 7,50% Índia 5,40% México 4,75% China 4,35% Indonésia 3,50% África do Sul 3,50% Chile 2,75% [...]

Selic a 7,75%: veja como fica a rentabilidade da poupança e de outros investimentos

Caderneta de poupança passa a ter retorno de 0,44% ao mês e de 5,43% ao ano, mas continuará perdendo para a inflação. Veja os investimentos mais buscados em outubro e simulações de como fica a rentabilidade nas principais aplicações de renda fixa. Com a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de elevar a taxa básica de juros (Selic) para 7,75% ao ano, aplicações financeiras como caderneta de poupança e investimentos em renda fixa passarão a ter um retorno maior, embora ainda continuem perdendo para a inflação. Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais A rentabilidade da poupança, por exemplo, passará a ser de 0,44% ao mês e de 5,43% ao ano, de acordo com a regras em vigor. Até então, com a Selic a 6,25% ao ano, o retorno da aplicação financeira mais popular do país estava em 0,36% ao mês e de 4,38% ao ano. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Nesta quarta-feira (27), o Banco Central decidiu acelerar a alta da Selic, que foi elevada em 1,50 ponto percentual. E a expectativa do mercado é de que a taxa Selic continue avançando nos próximos meses em meio às preocupações com a inflação acima dos dois dígitos em 12 meses e com a deterioração das expectativas após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter proposto flexibilizar o teto de gastos, tido como principal mecanismo de controle fiscal do país. Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro e atinge 10,34% em 12 meses Após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos, mercado prevê maior alta dos juros QUIZ: Faça o quiz e veja qual investimento mais combina com você Estimativa da inflação sobe pela 29ª semana seguida Pela regra em vigor desde 2012, quando a Selic está em até 8,5% ao ano, a correção da caderneta de poupança é limitada a… [...]

Decisão do governo de flexibilizar o teto de gastos gerou reação negativa e deve motivar aceleração do ritmo de alta dos juros. Analistas já vislumbram estagflação no próximo ano. Taxa básica de juros sobe para 7,75% ao ano O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (27) elevar a taxa básica de juros da economia de 6,25% para 7,75% ao ano. Foi a sexta alta consecutiva, e a mais ampla desse ciclo. Com o anúncio, a taxa Selic atinge o maior patamar em quatro anos — em outubro de 2017, a taxa foi reduzida de 8,25% para 7,5% (veja no gráfico abaixo). A elevação de 1,5 ponto percentual de uma só vez é a maior desde dezembro de 2002, quando a Selic subiu 3 pontos percentuais. No comunicado divulgado após a reunião desta quarta, o Copom: diz ver sinais de uma inflação persistente no país, além dos componentes "voláteis"; sinaliza que pode voltar a elevar a Selic em 1,5 ponto em dezembro, e aponta que a tentativa de furar o teto de gastos pode gerar movimentos inflacionários ainda maiores. O novo índice supera a estimativa que já tinha sido divulgada pelo mercado financeiro, coletada em pesquisa realizada pelo BC na semana passada. A previsão foi revisada para cima após o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitir a possibilidade de flexibilizar o teto de gastos. Até a semana anterior, a maior parte dos especialistas ouvidos pelo BC apostava em aumento de 1,25 ponto percentual - o que levaria a Selic para 7,5%. Com a divulgação da prévia da inflação de outubro, que indicou aceleração da alta de preços, economistas já tinham revisado a projeção para os 7,75% confirmados pelo Copom. Risco fiscal se materializou, e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista LEIA TAMBÉM ENTENDA como a alta da taxa de juros impacta na economia Mercado prevê maior alta dos juros em 2021… [...]

Só em 2020, mais de 902 mil ações abertas contra o INSS demandavam perícia. Em setembro, lei que garantia esse custeio expirou e, agora, o autor do processo tem que arcar com os custos. Segurados têm que pagar custos com perícia em ações contra o INSS Pessoas que não estão recebendo nenhum tipo de renda estão tendo que pagar suas próprias perícias médicas caso ingressem com uma ação judicial contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso porque a Lei 13.846/2019, que garantia que o Poder Executivo arcasse com esses custos por dois anos, expirou em setembro deste ano. Desde então, não há lei no país que indique quem deve ficar responsável por desembolsar o valor dos honorários periciais. Algumas decisões judiciais estão dando a opção do autor da ação arcar com essa despesa, que custa a partir de R$ 200. Os autores dessas ações são pessoas que estão, na via judicial, tentando receber auxílio do INSS por uma incapacidade temporária — o antigo auxílio-doença — ou aposentadoria por invalidez, por exemplo. Ou seja, são pessoas que estão incapacitadas para trabalhar e sem receber auxílio. Caso essa pessoa não consiga pagar o valor, a ação fica suspensa por 90 dias — prazo em que se espera a aprovação do Projeto de Lei 3.914/2020, que regulamentaria essa situação. Só no ano 2020, foram mais de 902 mil ações abertas contra o INSS que demandavam perícia. Gerente executiva do INSS tira dúvidas sobre a perícia médica Sem saída O autônomo Cidronilio Corrêa, de 58 anos, é curador da Rosália, irmã dele que tem deficiência mental. Há quase dois anos, ele fez o requerimento, em nome dela, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) — concedido a pessoas com deficiência. Sem uma decisão do INSS até o momento, a advogada que o atende levou o caso para a via judicial na tentativa de acelerar o processo. Entretanto, com o fim do custeio das… [...]

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