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Conselho do Itaú Unibanco aprova cisão de participação na XP

Cisão ainda precisa ser aprovada em assembleia geral dos acionistas do banco. O conselho de administração do Itaú Unibanco aprovou nesta quinta-feira a segregação da participação do conglomerado na XP Inc. em uma nova sociedade, de acordo com fato relevante do maior banco privado do país. Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A segregação "ocorrerá mediante cisão de empresas do conglomerado Itaú Unibanco com a versão da parcela cindida representativa de 41,05% do capital da XP" para a nova companhia, disse a instituição financeira. A cisão ainda precisa ser aprovada em assembleia geral dos acionistas e, uma vez aprovada, os acionistas do Itaú Unibanco passarão a deter, também, participação acionária na nova empresa, cujo único ativo será o investimento na XP. Ainda de acordo com o fato relevante, as ações remanescentes de emissão da XP detidas pelo Itaú Unibanco, correspondentes a 5% do capital social da XP, poderão ser vendidas, a depender das condições de mercado. Vídeos: Últimas notícias de economia [...]

Petróleo Brent fecha em queda, em dia de feriado de Ação de Graças nos EUA

A baixa liquidez nos mercados globais levou o petróleo Brent de fevereiro a encerrar a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52% Contratos futuros do petróleo Brent para fevereiro terminaram a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52% Divulgação/Fishermen and Friends of the Sea - FFOS Por causa do feriado de Ação de Graças, nos Estados Unidos, a quinta-feira (26) foi de baixa liquidez nos mercados globais. Assim, os contratos futuros do petróleo Brent, a referência global, para fevereiro terminaram a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52%, aos US$ 47,79 o barril, na ICE, em Londres. Impulsionados pela expectativa no desenvolvimento de vacinas, os preços do petróleo vêm de ganhos fortes no mês de novembro, período em que as referências acumulam alta superior a 25%. [...]

Prorrogação do prazo para importar arroz sem tarifa divide a indústria

Permissão para comprar cereal fora do Mercosul com alíquota zero vai até 31 dezembro, mas empresas de MG pedem extensão até 28 de fevereiro, em função de problemas logísticos. Já a Abiarroz, entidade representativa nacional, afirma que companhias associadas não solicitaram mais prazo. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta Reprodução/TV Diário A prorrogação do prazo da cota para importar 400 mil toneladas de arroz sem tarifa de fora do Mercosul divide o setor. A autorização do governo federal vai até o dia 31 de dezembro, mas empresas de Minas Gerais pedem extensão até 28 de fevereiro em função de problemas logísticos. Já a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) afirma que nenhuma das empresas vinculadas à entidade solicitaram prorrogação. A estimativa da Abiarroz é de que o Brasil importe metade da cota autorizada pelo governo, um totoal de 200 mil toneladas. A Tarifa Externa Comum (TEC) foi zerada em setembro, em meio a um cenário de disparada do preço do arroz. Arroz e óleo mais caros: entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país O pedido de prorrogação foi feito pelo sindicato da indústria de arroz de Minas Gerais (Sindarroz/MG) após problemas de logística para a entrega de produtos adquiridos na Índia, conforme representantes do setor ouvidos pela Reuters, que citaram que a indústria ainda lida com alta dos preços. "Tivemos falta de contêiner na Índia, porque a demanda aumentou muito e as tradings que nós negociamos também subiram os preços dos contêineres", disse o presidente do sindicato, Jorge Tadeu Meirelles. Ele afirmou que, das 25 mil toneladas negociadas com o mercado indiano, somente 8 mil chegaram ao Estado, e o produto passa por um deslocamento que demora em torno de 65 dias para atracar nos portos brasileiros, o que excederia a data limite para a cota. "Também levamos em consideração que a safra nacional pode ter problemas (por seca),… [...]

Presidente afirmou que, caso projeções se confirmem, Brasil pode terminar 2020 com mais gente empregada que em 2019. Acumulado até outubro aponta perda de 171.139 empregos. O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (26) dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro divulgados pelo Ministério da Economia. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente também afirmou que o ministro Paulo Guedes é "insubstituível". “Desde julho, julho, agosto, setembro, tivemos superávit, saldo positivo no Caged. Tivemos mais emprego do que desemprego. E agora, levando-se em conta outubro, que é o antepenúltimo mês para findar o ano, o Caged nos deu um superávit de 400 mil novos empregos de carteira assinada”, disse o presidente. Segundo o Caged divulgado nesta quinta, a economia brasileira gerou 394.989 empregos com carteira assinada em outubro. É o maior número para um mês de outubro na série histórica iniciada em 1992, segundo o Ministério da Economia. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde "Pode ficar tranquilo, [presidente da Caixa] Pedro Guimarães, que nosso 'Posto Ipiranga' é insubstituível. Não falarei de economia", afirmou Bolsonaro na cerimônia. O apelido "Posto Ipiranga" foi dado por Bolsonaro a Guedes ainda na campanha, quando o então candidato à presidência dizia não entender nada de economia. Dados do Caged O saldo de 394 mil vagas representa a diferença entre as contratações e as demissões. Em outubro, o país registrou: 1.548.628 contratações 1.153.639 demissões Foi o quarto mês seguido em que as contratações com carteira assinada superaram as demissões. "Foi a maior número de geração de empregos da série histórica do Caged, desde 1992", disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, em declaração após o anúncio do resultado. Ele classificou a notícia como "extraordinária". Parcial de 2020 Para o Brasil encerrar 2020 com mais contratos formais de trabalho do que em 2019, será preciso lidar com um saldo negativo de 171.139 carteiras no acumulado até outubro. Nos… [...]

Por maioria de votos, tribunal entendeu que pedidos motivados por crença religiosa são razoáveis e não causam ônus à administração. Poder público pode negar eventuais pedidos. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) que o poder público pode mudar data e horário de concursos públicos se o pedido de mudança apresentado pelo candidato tiver motivação religiosa. Por 8 votos a 3, o tribunal entendeu que eventuais pedidos desse tipo são razoáveis e não causam ônus desproporcional à administração. Pela decisão, os pedidos podem ser negados, e a decisão deverá ser fundamentada. O mesmo entendimento poderá ser aplicado no caso de servidor público em estágio probatório que quiser solicitar o cumprimento das obrigações de forma alternativa. Nesse caso, o placar foi de 7 votos a 4. Pelo entendimento da maioria dos ministros, embora não exista um direito automático por parte dos candidatos, a administração é obrigada a analisar os pedidos tendo como base o princípio da razoabilidade. Entenda o caso em julgamento A Corte julgou duas ações sobre adventistas, que consideram o sábado um dia sagrado e devem se abster de trabalhar e realizar outras atividades neste dia da semana. Os dois casos têm repercussão geral, isto é, a decisão do STF deve ser seguida pelas demais instâncias do Poder Judiciário. O julgamento começou na semana passada, com os votos dos relatores das ações, ministros Dias Toffoli e Edson Fachin, que divergiram sobre o tema. Para Toffoli, não existe o direito de candidatos à mudança na data das provas. Fachin defendeu o direito à liberdade religiosa, que deve ser protegida pelo Estado. A favor da possibilidade de alteração: Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux. Contra: Nunes Marques e Gilmar Mendes. O ministro Marco Aurélio entendeu que é possível a análise de alteração nos concursos, mas não no estágio probatório. Votos desta quinta-feira Nesta quinta, votaram os ministros Gilmar… [...]

Com geração recorde de vagas formais em outubro, sete capitais têm saldo positivo no ano

Ao todo, mais de 3,3 mil municípios já têm mais contratações do que demissões. Grande perda de vagas em capitais e grandes cidades, no entanto, mantém saldo negativo no país nos primeiros dez meses do ano. O número recorde de vagas formais geradas em outubro levou mais de 3,3 mil municípios brasileiros a registrarem saldo de vagas positivo no acumulado do ano, apesar das fortes perdas provocadas pela pandemia do coronavírus. Entre as capitais, no entanto, apenas sete já recuperaram as perdas. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde O melhor resultado foi registrado em São Luis: na capital maranhense, as contratações no ano já superam as demissões em 9,3 mil. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia. Além de São Luis, também têm saldo positivo de vagas Manaus (6.004), Belém (2.822), Rio Branco (2.822), Boa Vista (1.991), Palmas (993) e Macapá (583). Apenas esta última, no entanto, passou a ter saldo positivo apenas este mês. As demais já estavam nesta situação em setembro. Na outra ponta, o Rio de Janeiro aparece com a maior perda de vagas entre as capitais no acumulado do ano: foram 113.222 vagas fechadas desde janeiro. Em São Paulo, nem as quase 44 mil vagas abertas no mês passado foram suficientes para colocar a cidade no azul - o saldo segue negativo em 54.751 postos. Veja na tabela abaixo: Criação de vagas formais nas capitais Economia G1 Total de cidades Das 5.632 cidades que constam na base do Caged, 3.307 já apresentam saldo positivo de vagas no acumulado do ano. Outros 228 municípios apresentam saldo nulo. Já as cidades com saldo negativo são 2.097. Com forte concentração de capitais e grandes cidades neste grupo, no entanto, o saldo do país segue negativo em 171.139 empregos formais até outubro. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde Veja abaixo… [...]

A isenção nas contas de luz de consumidores do Amapá, por um mês, deve permitir que o governo federal arrecade o equivalente a 25 vezes o custo da própria medida. A União vai repassar R$ 80 milhões à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que compensará a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) pela gratuidade. Enquanto isso, a medida compensatória escolhida pela equipe econômica – antecipar o retorno da cobrança de IOF sobre as operações de crédito – trará aos cofres públicos pelo menos R$ 2 bilhões. A manobra será uma ajuda também às contas públicas do governo. Governo volta a cobrar IOF nas operações de crédito para isentar a conta de luz no Amapá A previsão era de que a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito só fosse retomada após 31 de dezembro. Para custear a isenção nas contas do Amapá, no entanto, a medida provisória determinou a volta imediata do tributo. Números de outubro da Receita Federal mostram que ao zerar o IOF, medida que o governo adotou em abril para estimular a economia e ajudar pessoas e empresas em dificuldade por causa da pandemia, o governo deixou de arrecadar R$ 15,7 bilhões desde abril. Apenas em outubro, a isenção "custou" R$ 2,3 bilhões de IOF. O imposto volta a incidir sobre as operações de crédito nesta sexta-feira (27), faltando mais de um mês para a data prevista anteriormente. A medida pegou de surpresa quem já havia se programado para utilizar a isenção do IOF até 31 de dezembro. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou em coletiva de imprensa nesta quinta que a mudança foi por feita por uma "contingência". "É claro que a ideia é ter algo planejado, mas teve uma eventualidade, a questão do Amapá. Para novas despesas poderem ser feitas, pela LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal], era necessária uma compensação", disse. Governo edita medida provisória que isenta moradores do Amapá… [...]

Em Londres, o índice Financial Times recuou 0,44%, a 6.362,93 pontos. As ações europeias fecharam com pequenas quedas nesta quinta-feira (26), com uma extensão de restrições relacionadas ao coronavírus na Alemanha e uma previsão sombria de crescimento para o Reino Unido levando o foco de volta para o impacto econômico de curto prazo da pandemia de Covid-19. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,12%, a 1.512 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,12%, a 392 pontos, com ganhos nos setores de tecnologia e saúde compensados por quedas nas ações dos segmentos automotivo e de energia. Uma segunda onda de infecções por coronavírus, associada ao aumento nas mortes relacionadas à Covid-19, continua a varrer a Europa, levando Alemanha, França e Reino Unido a mais uma vez impor medidas rígidas de lockdown, o que representa um forte golpe à atividade comercial, já que restaurantes, academias e lojas permanecem fechados. "Embora ainda seja muito cedo para dizer se o otimismo do investidor está ferido, já que o mercado mais amplo ainda está em tendência de alta, há muitas manchetes negativas por aí para que os investidores esperem e pensem nos efeitos de curto prazo", disse Connor Campbell, analista financeiro da Spreadex. Europa chega nesta terça (24) a 16 milhões de infectados pelo novo coronavírus O índice STOXX 600, no entanto, ainda está em curso de registrar seu melhor mês na história, e os participantes do mercado esperam que as ações europeias atinjam máximas recordes no próximo ano, após resultados promissores de testes de vacinas de três grandes farmacêuticas. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,44%, a 6.362,93 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,02%, a 13.286,57 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,08%, a 5.566,79 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,46%, a 22.201,44 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,74%, a 8.104,60 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,46%, a 4.607,25… [...]

Apesar de negativo, resultado de outubro interrompeu série de sete meses de déficits recordes, reflexo da alta de gastos do governo e queda na arrecadação devido à pandemia. As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 3,563 bilhões em outubro, informou nesta quinta-feira (26) a Secretaria do Tesouro Nacional. Déficit primário ocorre quando as despesas superam as receitas. Nessa conta não são considerados os gastos do governo com o pagamento de juros da dívida pública. Apesar de negativo, o resultado de outubro representa a interrupção de uma série de sete meses de déficits recordes. Apesar da melhora, o déficit de outubro foi o maior para o mês desde 2015 (-R$ 16,279 bilhões, em valores corrigidos pelo IPCA). De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, o "grande motivo" para a melhora das contas públicas em outubro e para o déficit ter ficado bem abaixo da projeção do mercado financeiro (mais de R$ 40 bilhões), é a recuperação da atividade econômica. "Quando a gente olha a dinâmica das notas fiscais emitidas, de ICMS, isso traz muita informação sobre a atividade econômica da indústria, do comércio. A gente vê os dados dos empregos formais. O Caged surpreendeu acima das melhores expectativas", disse ele, acrescentando, porém, que também há o efeito de impostos atrasados pelo governo nos últimos meses. Esses tributos estão sendo agora pagos pelas empresas. Reflexo da pandemia Os resultados negativos de 2020 estão relacionados ao aumento de despesas para combater a pandemia da Covid-19. As medidas de restrição derrubaram a atividade econômica e levaram a diversas medidas de adiamento da cobrança de impostos. A melhora em outubro, por sua vez, está associada com uma recuperação da arrecadação, que aumentou 9,56%, em termos reais, na comparação com o mesmo mês do ano passado. "O recolhimento em outubro de parte das receitas diferidas [adiadas] no início da pandemia resultou em impacto positivo no fluxo de receitas", informou o… [...]

Índia proíbe mais 43 aplicativos chineses

App de comércio eletrônico Aliexpress está entre os banidos. Total de restrições chega a 220, incluindo TikTok, WeChat e PUGB. Aplicativos serão removidos das lojas de iPhone e Android Altieres Rohr/G1 A Índia proibiu na última terça-feira (24) mais 43 aplicativos chineses, alegando preocupações com a segurança digital e com a soberania do país. Essa é a terceira leva de apps desenvolvidos por empresas da China que são banidos no país, elevando o total para 220 proibições. Na decisão dessa semana foram restritos aplicativos da empresa Alibaba, dona do comércio eletrônico Aliexpress. Serviços que vinham ganhando popularidade na Índia como uma rede social de vídeos curtos chamada Snack Video, desenvolvido pela gigante chinesa Tencent, e um aplicativo de compras chamado Taobao Live também foram banidos. A embaixada chinesa na Índia disse na última quarta-feira que se opõe às proibições, de acordo com a agência de notícias Reuters. Em outras ocasiões os apps TikTok, WeChat e Baidu, e o popular jogo PUBG, tinham sido proibidos. As restrições impostas pelas autoridades indianas começaram depois de um conflito na fronteira entre os dois países em junho, no qual 20 militares da Índia morreram. China x Índia: o que é a Linha de Controle Real, pela qual as duas potências asiáticas brigam há décadas VÍDEOS: Veja dicas de segurança digital [...]

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